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21° Domingo do Tempo Comum

27 de agosto de 2017

O que segue é um Roteiro de Celebração dominical da Palavra presidida por ministro ou ministra leigo/a, mas os elementos podem ser úteis também para preparar a celebração eucarística. As leituras indicadas são do Lecionário dominical. Os comentários das leituras são para ajudar a equipe que prepara, não deve ser usada no momento da celebração. Depois do evangelho há uma pequena meditação para ajudar a quem deve fazer a homilia. A oração de ação de graças dentro do roteiro é uma proposta recitada. No final deste roteiro há uma versão cantada: a melodia se em encontra no CD COMEP, ‘Ação de Graças no Dia do Senhor’. Há ainda no final deste roteiro o rito da aspersão que sempre pode ser usado aos domingos no lugar do ato penitencial.



1. Aprofundando os textos bíblicos: Isaías 22,19-23; Salmo 138(137); Romanos 11,33-36; Mateus16,13-20

Jesus havia chegado até os confins de Cesareia de Filipe e ao longo de seu ministério, os discípulos ouviram a opinião do povo que o identificava com grandes profetas: João Batista, Elias, Jeremias. Os que seguem o caminho do discipulado são interpelados a reconhecer a novidade trazida por Jesus: E vós, quem dizeis que eu sou? Pedro, representando a comunidade dos discípulos, proclama Jesus como Cristo, Filho do Deus vivo. Jesus proibiu que dissessem que era o Cristo, pois compartilhavam da expectativa de um Messias poderoso para libertar da opressão imperial. O Pai revela a verdadeira identidade de Jesus como seu Filho Amado (3,17; 17,5) e faz compreender seu messianismo através do serviço em favor da vida em abundância para todos (Jo 10,10). Os que estavam na barca com Jesus (14,33), seguindo seu projeto, já tinham reconhecido sua presença viva como Filho de Deus. Bem-aventurado quem acolhe a revelação do Pai como Pedro e professa a fé em Cristo, a Rocha (7,24-27; 1Cor 10,4). As forças da morte não triunfarão sobre a Igreja (16,18; 18,17), edificada sobre o alicerce dos apóstolos e profetas, sendo Cristo Jesus, a pedra fundamental (Ef 2,20). Jesus, com a entrega das chaves do Reino de Deus a Pedro impele a acolher todos os povos que procuram a salvação (23,13), missão estendida aos demais discípulos em 18,18. Na leitura do profeta Isaías, um alto funcionário do palácio real tem encargo de administração, simbolizado pela expressão “chave da casa de Davi”,  aplicada a Cristo em Ap 3,7. O salmo agradece ao Senhor por sua ação salvífica e confia na sua bondade, que jamais abandona a criação, obra de suas mãos. A leitura aos Romanos exalta a sabedoria e a ciência de Deus, manifestadas em Cristo, mediante uma doxologia. Porque tudo é dele, por ele e para ele. A ele a glória pelos séculos. Amém!


2. A palavra na vida

Como comunidade eclesial, testemunhamos a fé sendo bons administradores do Reino de Deus, como fez Pedro, o apóstolo de Jesus e como continua fazendo o papa Francisco. Que não apenas admiremos a sua ousadia, mas sigamos a sua inspiração.


3. A palavra na celebração

Na celebração reconhecemos e afirmemos Cristo como o filho de Deus, aquele que o mundo esperava como libertador e salvador.